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Santo

São Pascoal Bailão

São Pascoal Bailão
San Pasquale Baylon by Marchiò Molziner · Wolfgang Moroder This Photo was taken by Wolfgang Moroder. Feel free to use my photos, but please mention me as the author and send me a message. This image is not in the public domain. Please respect the copyright protection. It may only be used according to the rules mentioned here. This specifically excludes use in social media, if applicable terms of the licenses listed here not appropriate. Please do not upload an updated image here without consultation with the Author. The author would like to make corrections only at his own source. This ensures that the changes are preserved.Please if you think that any changes should be required, please inform the author.Otherwise you can upload a new image with a new name. Please use one of the templates derivative or extract. · CC BY-SA 3.0 · origem

Torrehermosa (Aragão, Espanha), 16 de maio de 1540 · Vila-real (Valência), 17 de maio de 1592 · canonizado em 1690

  • Congressos e associações eucarísticas
  • Pastores
  • Cozinheiros (devoção popular)
“Provai e vede como o Senhor é bom.”
Sl 33(34),9, escolhido pelo portal para resumir a vida dele, toda centrada na Eucaristia. Ele não deixou escritos seguros, só um caderno de orações e anotações pessoais.

Página em conferência. O texto foi redigido pelo portal a partir das fontes indicadas e ainda está sendo revisado; datas e detalhes podem ser ajustados.

Vida

Pascoal nasceu numa família pobre de camponeses, no dia de Pentecostes ("Páscoa do Espírito", daí o nome). Foi pastor desde menino e aprendeu a ler sozinho, pedindo ajuda a quem passava, para poder rezar o Ofício de Nossa Senhora. Conta-se que, do pasto, se ajoelhava quando ouvia o sino da elevação da hóstia na igreja distante.

Aos 24 anos entrou como irmão leigo nos franciscanos da reforma de São Pedro de Alcântara. Foi porteiro, cozinheiro, horteleiro e esmoler, sempre nos serviços mais simples. Passava todo o tempo livre diante do sacrário, às vezes a noite inteira. Enviado à França numa missão, defendeu a presença real de Cristo na Eucaristia diante de um grupo hostil e quase foi morto.

Morreu em Vila-real, no reino de Valência, em 17 de maio de 1592, também dia de Pentecostes. Foi canonizado em 1690 e, em 1897, o papa Leão XIII o declarou padroeiro dos congressos e das associações eucarísticas. O túmulo e as relíquias foram destruídos em 1936, durante a Guerra Civil Espanhola; o santuário foi reconstruído.

Fontes: Juan Jiménez, Crónica del beato fray Pascual Baylón (1601), escrita por um companheiro de convento; bula de canonização (1690); breve de Leão XIII que o declarou padroeiro das obras eucarísticas (1897).

O que nos ensina

Pascoal ensina que a adoração não é fuga do trabalho, mas o centro dele: o irmão que cozinhava e atendia a porta era o mesmo que passava horas diante do Santíssimo. Ensina que ninguém precisa de estudos ou cargos para ser grande diante de Deus. Para os ministérios de música, é um lembrete de que cantar diante da Eucaristia é, antes de tudo, adorar.

Milagres

  1. Tradição

    Os olhos abertos na elevação

    Conta a tradição que, durante a Missa de corpo presente, ele abriu os olhos duas vezes no momento em que a hóstia e o cálice foram elevados. O relato está nas crônicas da época, mas não foi examinado como milagre.

  2. Reconhecido

    Curas da canonização

    O processo do século XVII examinou curas atribuídas à sua intercessão na Espanha, que levaram à canonização em 1690.

  3. Tradição

    As batidas no túmulo

    Por muito tempo, a devoção popular de Valência contou que se ouviam batidas vindas do túmulo dele, como aviso de acontecimentos. É lenda local.

“Reconhecido” = examinado nos processos de beatificação e canonização ou narrado nas fontes oficiais. “Tradição” = relato devoto, sem exame formal.

Curiosidades

  • Nasceu e morreu num domingo de Pentecostes, a "Páscoa" do Espírito Santo, o que explica o nome Pascoal.
  • Na Espanha e na América Latina é lembrado como padroeiro dos cozinheiros, porque trabalhou na cozinha do convento; em algumas cozinhas há uma imagem dele.
  • Na Itália, uma lenda popular liga o nome dele à origem do zabaione, doce de gema e vinho.
  • Ficou conhecido como o "santo do Santíssimo Sacramento".

Oração

São Pascoal Bailão, que encontraste em Jesus presente na Eucaristia toda a tua alegria, ensina-nos a adorar com o coração simples. Ajuda-nos a viver o trabalho de cada dia como serviço a Deus e aos irmãos e a nunca passar diante do sacrário com pressa. Que nossos cantos diante do Santíssimo sejam verdadeira adoração. Amém.

Oração redigida pelo portal Músico Católico.

Para retiro, encontro ou evento

Tema
Adorar no meio do trabalho
Lema
"Provai e vede como o Senhor é bom"
Leitura
Jo 6,51-58 (sugerida)
Público
Ministérios de música, adoradores, pastoral eucarística, jovens
  1. 1Adorar: quinze minutos de adoração silenciosa diante do Santíssimo, só olhando e deixando-se olhar.
  2. 2Servir: cada grupo assume um serviço escondido do encontro (cozinha, limpeza, recepção) e o oferece a Deus.
  3. 3Cantar: escolher juntos um canto eucarístico e ensaiá-lo como oração, não como apresentação.

Dinâmica: "Do pasto ao sacrário", 30 min · contar a história dele (o pastor que se ajoelhava ao ouvir o sino) e pedir que cada um escreva onde, no seu dia, pode "ouvir o sino" e lembrar de Deus.

Quando celebrar

17 de maio · Fora do calendário · Branco

Não está no Calendário Romano Geral. É lembrado em 17 de maio no Martirológio e celebrado na família franciscana.

Santuários e devoção

  • Túmulo: Basílica de São Pascoal, Vila-real (Castellón, Espanha)
  • Terra natal: Torrehermosa (Zaragoza, Espanha)